A YPY Sorvetes e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) assinam na próxima sexta-feira, dia 27, um contrato de propriedade intelectual que estabelece normas e direitos relativos à comercialização do Pro Vita, complemento alimentar que minimiza os efeitos da quimioterapia em pacientes portadores de câncer, além de ser indicado para pessoas que precisam de alto valor proteico e calórico, como idosos, crianças sem apetite e atletas de alta performance.
O contrato será firmado durante a SC Expo Defense – Feira de Tecnologias e Produtos de Defesa, que vai de 27 a 29 de setembro na Base Aérea, em Florianópolis.
A pesquisa que resultou na criação do complemento foi realizada em parceria com o Departamento de Nutrição da UFSC, e as primeiras aplicações do produto ocorreram no Hospital Universitário (HU), com boa aceitação e resultados positivos atestados pelos pacientes. Por isso, o contrato terá as assinaturas das professoras e pesquisadoras Francilene Gracieli Kunradi Vieira, Raquel Kuerten de Salles e Paloma Mannes, pela Universidade Federal, e de Marcelo Baracuhy, pela YPY.

A YPY Sorvetes Premium chegou ao centro-oeste do país, mais precisamente ao Mato Grosso. Desde a semana passada, o Complemento Alimentar e outros de nossos itens podem ser encontrados na BigLar, rede de supermercados que tem duas unidades em Cuiabá, capital do Estado, e uma no município vizinho de Várzea Grande. “Os itens disponíveis são o Complemento Alimentar e os sorvetes zero açúcar, com whey protein e zero lactose”, informa o coordenador de comunicação da BigLar, José Augusto Ferreira Ramos. Com a chegada ao Mato Grosso, a YPY só não está ainda na região Norte.

A YPY Sorvetes Premium é uma das patrocinadoras da feijoada que a Associação Catarinense de Imprensa (ACI) vai realizar neste sábado, dia 10, em sua sede, em Florianópolis, a partir do meio-dia. Nossos produtos – sorvetes que seguem o padrão de qualidade dos melhores fabricantes do mundo, feitos com açúcar orgânico, sem gorduras trans, glúten e “corantes ou conservantes artificiais” – serão distribuídos como sobremesa após o almoço.
Este será o primeiro evento gastronômico na nova sede da ACI, inaugurada em dezembro de 2018 e localizada no bairro da Agronômica (rua Rui Barbosa, 621).

Nossos produtos conquistam cada vez mais o mercado brasileiro, o que atesta a sua qualidade e excelência. Entre janeiro e junho deste ano, as vendas totais foram 33,21% superiores às do mesmo período de 2018. Para isso, foram importantes o incremento no número de pontos de venda, que hoje chegam hoje a 1.200 em várias regiões do país, a entrada em grandes redes, o sucesso do YPY Teen (voltado para as escolas) e da linha “foods” (potes de cinco litros para composição de sobremesas) e a demanda crescente do complemento alimentar destinado a pacientes em tratamento de quimioterapia, bem como para quem precisa de alto valor proteico e calórico, como idosos, crianças sem apetite e atletas de alta performance.

No primeiro semestre de 2019, aumentamos a presença na rede do Hard Rock Café, crescemos nas contas da Cia. Zaffari, Angeloni e Panvel e investimos na expansão dos pontos de vendas no interior de São Paulo. O número de clientes subiu 20%, e a comercialização dos sorvetes no palito teve incremento de 12% no período, chegando a 300 mil unidades.

Um dos destaques foi o crescimento de 182% nas vendas da linha “foods”, focada em restaurantes que fazem composição de sobremesas – petit gateau, grand gateau, taças, bolas de sorvetes composta. Também o YPY Teen, lançado em fevereiro deste ano, se consolida e está em mais de 60 escolas da região Sul. “Hoje, esta linha representa 8% do faturamento da empresa e tende a crescer exponencialmente, pois é o único sorvete que atende a exigente legislação que regula a alimentação em cantinas de escolas”, diz o gerente de vendas da YPY, João Batista de Castro Flores.

O gerente explica que as linhas zero lactose foram as que mais cresceram no primeiro semestre, seguidas do sabor “creme romano”, que é o lançamento mais recente na linha de palitos. Considerando o período de abril a junho de 2019 (segundo trimestre do ano) sobre os mesmos meses de 2018, a expansão total foi de 85% em média, impulsionada pela venda do complemento alimentar. Com a abertura dos mercados de Belo Horizonte e Fortaleza, somada à consolidação do mercado carioca, a previsão para o segundo semestre é crescer mais de 50%.

Há um ano, quando a segunda franquia brasileira do Hard Rock Café foi aberta em Gramado (RS), nós, que já vendíamos nossos produtos na região, passamos a fornecer com exclusividade também para a loja recém-instalada. E mais, criamos o sorvete sabor chocolate especialmente para essa franquia, cuja gerência se diz muito satisfeita com a procura pelo produto. Hoje, na chamada “cidade do chocolate”, também o sabor baunilha é oferecido aos clientes do Hard Rock da Serra gaúcha, que comemora o primeiro aniversário de operação nesta segunda-feira, dia 22 de julho.
Até então, a loja de Curitiba era a única no país, e ali a YPY colocava seus sorvetes de baunilha. Depois de Gramado, veio a loja de Fortaleza (CE), inaugurada em março deste ano e onde também nossos produtos chegaram para conquistar o público. “No calor do Ceará a procura sempre é grande, mas mesmo com o frio da Serra gaúcha a demanda em Gramado é muito boa”, diz nosso gerente de vendas, João Batista Flores.
A entrada na rede de restaurantes com tema rock’n’roll e ambiente vibrante que serve hambúrgueres e clássicos americanos ajuda a consolidar a marca YPY, que no primeiro semestre deste ano cresceu 36% em relação ao mesmo período de 2018. Acabamos de entrar no Rio de Janeiro e até o início de agosto passaremos a vender nossos produtos também em Belo Horizonte (MG).

O administrador de empresas Emerson Lima assumiu no início deste mês o cargo de supervisor de vendas da YPY . Lima vai auxiliar nosso gerente de vendas, João Batista Flores, nos contatos com distribuidores e vendedores dos produtos da empresa. Ele tem 30 anos de carreira como vendedor e já passou por empresas como a Skol, Brahma, Kibon e Água Mineral Imperatriz.


Consumir sorvetes só nos meses quentes do ano está deixando de ser um mandamento no Brasil. A exemplo do que já ocorreu no Canadá, França, Itália e Suíça, por aqui também, embora em ritmo mais lento, rompe-se o paradigma de que gelados e estação fria são inconciliáveis entre si. E, aos poucos, vê-se que as pessoas já caminham pelas ruas saboreando um sorvete mesmo quando as temperaturas caem. É claro que se render a essa tentação depende de um requisito fundamental: a qualidade do produto.

Apesar da grande extensão territorial, o Brasil é apenas o 10º maior consumidor de sorvetes do mundo – e isso ainda tem a ver com a queda abissal do consumo nos meses do inverno. Quantos turistas, em visita à Itália, por exemplo, resistiram aos “gelatos” que aquele país produz e vende independente da temperatura vigente?

Quando esse paradigma for definitivamente rompido, o Brasil poderá deixar para trás a marca de 4,7 litros de sorvete consumido por pessoa, em média, a cada ano. Na Suíça, famosa pelo frio extremo, pela neve dos Alpes e pelos esportes de inverno, o consumo anual per capita é de 14,4 litros. Ou seja, não dá para dizer que inverno e sorvete não combinam. E mais, não há doenças cientificamente associadas ao consumo de sorvete no inverno, e nem fora dele.

No caso da YPY, além da preocupação com o sabor e com o prazer de degustar um bom produto, há o cuidado em oferecer itens saudáveis, com ingredientes especiais, açúcar orgânico, zero lactose e gordura trans. “Nossos sorvetes são alimento, porque agregam valores nutricionais e energéticos. Temos a linha fitness, com sorvete de whey protein sem adição de açúcar, que pode ser usado no pré-treino, como fonte de alimento. Temos o Complemento Alimentar, desenvolvido em parceria com nutricionistas da UFSC para atender pessoas que lidam com os efeitos colaterais da quimioterapia, bem como para quem precisa de alto valor proteico e calórico, como idosos, crianças sem apetite e atletas de alta performance”, explica o empresário Marcelo Baracuhy.

Florianópolis é uma cidade cada vez mais cosmopolita, mas nem só brasileiros vêm se agregando ao contingente que diversificou o perfil da população local. Há muitos estrangeiros morando e estudando na Ilha de Santa Catarina, e isso pode ser visto nas universidades, em atividades como o comércio e a maricultura, nos serviços, nos pequenos negócios individuais e em empresas de todos ramos e portes. Na YPY Sorvetes Premium, não é diferente.

A fábrica tem uma venezuelana, um ucraniano e um haitiano entre seus colaboradores. E cada um tem uma história de vida, uma trajetória que encanta e emociona. É o caso, por exemplo, de Kerling Carolina Caravallo, que saiu da Venezuela no ano passado porque o país enfrentava uma situação calamitosa na política e na economia, com reflexos sérios na rotina da população.

A mãe de Kerling veio antes, se instalou em Cuiabá (MT) e começou a trabalhar numa fábrica de camisetas, até ficar doente. A pior parte da aventura começou quando a família – Kerling, uma irmã de oito anos, dois tios e a avó – decidiu migrar da região de Monagas, a oito horas de Caracas, para o Brasil. “Dormíamos em oito pessoas numa barraca em que cabiam quatro, passamos fome e muito medo na fronteira”, conta ela. O calor do Mato Grosso levou o grupo a se mudar para Florianópolis, onde morou na Casa do Migrante até conseguir alugar uma casa no bairro Bela Vista, em São José.

Kerling mandou um currículo para a YPY, fez a entrevista e foi admitida no mesmo dia. Ela diz que a empresa é muito boa para trabalhar e que o fato de fabricar produtos saudáveis é uma motivação a mais para se sentir bem no emprego. Tirando um episódio de xenofobia que enfrentou numa imobiliária da cidade, afirma que não se sente discriminada, apesar do “portunhol” que usa para se comunicar.

Ela estava quase se formando em Administração Industrial quando saiu da Venezuela, mas garante que depois do que passou está preparada para tudo. Adaptou-se muito bem, assim como a família, ao clima de Florianópolis, ao ambiente de trabalho e às pessoas. “Aqui temos tudo”, diz, comparando a sua situação do momento com as dificuldades enfrentadas pela maioria dos venezuelanos.

DA UCRÂNIA PARA O BRASIL

Mais experiente, com a bagagem de quem já morou em seis países diferentes, o ucraniano Sergii Shaiko se considera “um manezinho importado”. Ele conhece a Grande Florianópolis desde que, em agosto de 2008, seu patrão (também da Ucrânia) instalou uma fábrica de sorvetes em Palhoça. Dois anos depois foi para o Amapá e dali para a Venezuela, onde trabalhou em outra indústria do ramo, a Helados Cali, uma das grandes empresas do segmento no país. Saiu porque a economia venezuelana já começava a dificultar os negócios e o bolívar (moeda local) passou a valer cada vez menos.

Ao voltar para a Ucrânia, em 2013, o país entrou em conflito com a Rússia, e o jeito foi sair outra vez. Formado em Engenharia de Alimentos, com especialização em produtos lácteos, Sergii não teve dificuldades para conseguir o emprego na YPY. Ele diz gostar do trabalho, porque a empresa é muito boa, assim como a cidade. “Aqui não tem a violência de outras capitais do Brasil, e a natureza é muito linda”, afirma.

Sergii mora perto do trabalho, é casado com uma ucraniana e tem um filho de 14 anos. Gosta de praia e faz trilhas, além de ir com frequência ao cinema. “Conheci umas cachoeiras muito bonitas na Ilha”, conta. Filho de pai ucraniano e mãe russa, ele se comunica com os parentes pela internet, o que aplaca “a saudade física, dos abraços”, de seus familiares.

GOSTO PELO TRABALHO E PELA CIDADE

Claudy Sympreux é haitiano e está na YPY há menos tempo, desde outubro de 2018. Formado para dar aulas, foi vítima da crise que reduziu a oferta de trabalho em seu país, deixando muitos recém-formados sem ocupação. Aqui, empregou-se na construção civil, mas a adaptação foi melhor na fábrica de sorvetes. “Gosto muito do trabalho, que é bem tranquilo”, afirma.

Satisfeito com a oportunidade, ele agora quer trazer a mulher, que ainda mora no Haiti. Acredita que ela vai gostar de Florianópolis, porque tem muitas praias, é segura e não discrimina estrangeiros como em outros lugares. “Aqui todos me respeitam”, garante Claudy. Também elogia o clima da cidade, bem menos quente que o do Haiti, enquanto vai tentando entender melhor o português e suas armadilhas. Mora sozinho e gosta de ir para o centro e os balneários, fazer fotos da cidade e das praias. “A cidade é muito bonita”, conclui.

A YPY Sorvetes Premium abriu as portas para receber, com muito carinho, pessoas que fizeram parte da gestação de um de seus principais produtos – o Complemento Alimentar. Como todo produto pioneiro, ele passou por um longo processo de criação, testes e ajustes, e foi nesse período que a fábrica de sorvetes conheceu muitas pessoas importantes, pessoas que mesmo passando por um momento doloroso de cura, abraçaram a ideia de algo que poderia ajudá-los nesta caminhada, e principalmente, poderia dar um pouco de sabor a muitos outros pacientes em tratamento contra o câncer.
Carolina Martins, Marcella Di Pietro e Carlos Alberto Martins emocionaram os colaboradores durante o passeio pelos corredores da YPY. Em meio à fabricação do gelado, o paladar, prejudicado pelo tratamento, esqueceu o amargo e deu lugar ao doce do mundo do sorvete.
Na despedida, além do kit com o Complemento Alimentar em mãos, um sorriso de gratidão e um até logo para desvendar novos sabores. “Essa aproximação com os pacientes nos dá ainda mais energia para aperfeiçoar e criar produtos saudáveis, que além de gostosos, venham a ajudar cada vez mais pessoas”, resumiu emocionado Marcelo Baracuhy, diretor de desenvolvimento de produtos da YPY.

Depois de serem oferecidos aos consumidores das regiões Sul e Sudeste, o Complemento Alimentar e outros produtos da YPY Sorvetes atingiram um novo patamar e chegaram ao Nordeste do país

Na semana passada, a rede Mercadinhos São Luiz, de Fortaleza (CE) colocou nas gôndolas de sete de suas 20 unidades os três sabores do Complemento desenvolvido pela YPY em parceria com o Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina para atender pessoas que lidam com os efeitos colaterais da quimioterapia, bem como para quem precisa de alto valor proteico e calórico, como idosos, crianças sem apetite e atletas de alta performance.

Mas como fazer com que um sorvete produzido em Florianópolis viaje por quase 4 mil quilômetros sem perder a consistência e sabor?

Por causa de suas características, os sorvetes requerem cuidados especiais de transporte, uma vez que precisam ser mantidos a uma temperatura média constante de 18 graus negativos. Devido a problemas de conexão aérea em São Paulo, o sorvete levaria 36 horas para chegar lá. A solução encontrada foi fazer o transporte num sistema híbrido. Até São Paulo, ele é levado num caminhão refrigerado. De lá, que tem voo direto, ele embarca para Fortaleza em avião comercial.

De acordo com Rodrigo Bristot, gerente administrativo financeiro da YPY, entrar na maior rede de supermercados do Ceará foi possível porque o São Luiz conta com uma pessoa sediada no Rio de Janeiro – a engenheira Zélia Maria Ramalho, irmã dos sócios proprietários da rede (Severino Neto, presidente, e Fernando Ramalho, diretor) – que seleciona produtos diferenciados do país para colocar à venda no Ceará. Na primeira remessa, que chegou na capital cearense semana passada, foram enviadas 160 caixas do Complemento e dos demais itens, acondicionadas em caixas de isopor de 170 litros, com gelo seco para manter a temperatura baixa.

A YPY é referência em inovação e saúde no segmento de gelados, por não incluir gordura trans e glúten em nenhum dos itens que produz. No verão deste ano, os produtos da marca catarinense chegaram a 1.200 pontos de venda do país. Em Fortaleza, um dos sorvetes da YPY já era oferecido na loja do Hard Rock Café, mas agora os produtos, com maior número de opções e sabores, chegam ao público atendido por uma das mais importantes redes de supermercados do Estado.