Consumir sorvetes só nos meses quentes do ano está deixando de ser um mandamento no Brasil. A exemplo do que já ocorreu no Canadá, França, Itália e Suíça, por aqui também, embora em ritmo mais lento, rompe-se o paradigma de que gelados e estação fria são inconciliáveis entre si. E, aos poucos, vê-se que as pessoas já caminham pelas ruas saboreando um sorvete mesmo quando as temperaturas caem. É claro que se render a essa tentação depende de um requisito fundamental: a qualidade do produto.

Apesar da grande extensão territorial, o Brasil é apenas o 10º maior consumidor de sorvetes do mundo – e isso ainda tem a ver com a queda abissal do consumo nos meses do inverno. Quantos turistas, em visita à Itália, por exemplo, resistiram aos “gelatos” que aquele país produz e vende independente da temperatura vigente?

Quando esse paradigma for definitivamente rompido, o Brasil poderá deixar para trás a marca de 4,7 litros de sorvete consumido por pessoa, em média, a cada ano. Na Suíça, famosa pelo frio extremo, pela neve dos Alpes e pelos esportes de inverno, o consumo anual per capita é de 14,4 litros. Ou seja, não dá para dizer que inverno e sorvete não combinam. E mais, não há doenças cientificamente associadas ao consumo de sorvete no inverno, e nem fora dele.

No caso da YPY, além da preocupação com o sabor e com o prazer de degustar um bom produto, há o cuidado em oferecer itens saudáveis, com ingredientes especiais, açúcar orgânico, zero lactose e gordura trans. “Nossos sorvetes são alimento, porque agregam valores nutricionais e energéticos. Temos a linha fitness, com sorvete de whey protein sem adição de açúcar, que pode ser usado no pré-treino, como fonte de alimento. Temos o Complemento Alimentar, desenvolvido em parceria com nutricionistas da UFSC para atender pessoas que lidam com os efeitos colaterais da quimioterapia, bem como para quem precisa de alto valor proteico e calórico, como idosos, crianças sem apetite e atletas de alta performance”, explica o empresário Marcelo Baracuhy.